

| Gestão e tecnologia: IEL-CE prepara empresas com foco na competitividade | |
Agregar conhecimentos gerenciais e tecnológicos para elevar a competitividade da indústria cearense. Esse é o principal trabalho que Vera Ilka Sales vem colocando em prática desde 2001 como superintendente do IEL Ceará. Economista especializada em administração da qualidade e informação tecnológica, Vera participou de momentos importantes da história do núcleo, como a fusão do IEL com o Centro de Competitividade Industrial (Compi), episódio que reforçou a capacidade técnica e de infra-estrutura para ampliar o potencial e a qualidade das ações da entidade no Ceará. Nesta entrevista, Vera Ilka explica as quatro principais linhas de atuação do IEL, desenvolvidas a partir de parcerias estratégicas com órgãos estaduais e com programas de internacionalização das indústrias locais. |
![]() Vera Ilka: participação em momentos históricos e novos projetos movimentam a agenda da superintendente do IEL cearense. |
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BOLSAS E ESTÁGIO Com base nas bem-sucedidas iniciativas dos programas Bolsas Bitec e Bolsas Apex (que ajudam pequenas e microempresas para o comércio exterior), criamos a Bitece, Bolsas para Apoio do Desenvolvimento Tecnológico das Micro e Pequenas Empresas do Estado do Ceará. Em parceria com a Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científi co e Tecnológico (Funcap), são oferecidas 12 bolsas para atender empresas de agronegócios do interior do Estado, número que deveráser ampliado no ano que vem. TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA Em 2006, o IEL trabalhou muito com demandas tecnológicas das empresas. Promoveu-se o benchmarking, processo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias entre os mais fortes concorrentes do mercado. E também articulou-se o desenvolvimento de projetos internacionais, como a ualificação de empresas de panificação para participar da Plataforma Brasil-Europa, com atuação, em especial, na França. CAPACITAÇÃO Foram oferecidos cursos de pósgraduação e capacitados arranjos produtivos locais (APLs) junto com parceiros, como o Sebrae e a Secretaria Estadual de Emprego e Renda. Uma das ações de maior sucesso nessa área aconteceu dentro do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), preparando 300 agentes para trabalhar tema nas indústrias locais. APLs Neste fim de ano, serão destacados mais cinco arranjos produtivos locais: três no interior e dois na Região Metropolitana de Fortaleza. Os setores serão de laticínios, confecção, cachaça, serraria e construção civil. Além disso, foram realizados nos últimos três anos censos socioeconômicos e setoriais para manter pequenos e microempresários e sindicatos informados sobre os ramos em que atuam. |
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